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sexta-feira, 30 de novembro de 2012

NASA desmente 'fim do mundo'

Face à avalanche de perguntas de pessoas preocupadas com o eventual fim do mundo, no dia 21 de dezembro - algumas falam até em suicídio - a NASA decidiu fazer um esclarecimento público, através do seu site, desmentindo esses rumores


As 5000 questões recebidas e 400 respostas já publicadas sobre este tema levaram a agênca espacial norte-americana a criar uma secção no seu site para desmistificar o 21/12/2012.

Segundo o astrobiologista David Morrison, do Centro de Pesquisa Ames, da NASA, muitas das questões recebidas sobre as teorias apocalípticas são colocadas por jovens e crianças, muitas relatando que não conseguem dormir nem comer. Mas entre os adultos há até quem tenha manifestado intenção de se suicidar ou matar os filhos para não terem de assistir ao fim do mundo.

A gravidade do caso, levou então a NASA a este esclarecimento, publicando as respostas já dadas e criando uma secção de perguntas mais frequentes.

"O que é uma piada para muitos e um mistério para outros está a preocupar seriamente algumas pessoas e por isso é importante que a NASA responda a essas perguntas que nos são enviadas", justifica Morrison.
Um dos rumores que prevê o fim do mundo para o próximo dia 21 prende-se com a convicção de que essa seria a última data do calendário da civilização maia. Outro rumor tem origens em textos do escritor Zecharia Sitchi, dos anos 70, com a previsão de um planeta - Nibiru, ou Planeta X - iria colidir com a Terra. Sobre esta teoria, a NASA explica: "A data para esse suposto choque estava inicialmente prevista para maio de 2003, mas como nada aconteceu, o dia foi mudado para dezembro de 2012, para coincidir com o fim de um ciclo no antigo calendário maia".

A agência espacial norte-americana sublinha ainda que não há provas de que os planetas do sistema solar estejam a preparar-se para um alinhamento, como dizem outras teorias, e que, mesmo que se isso ocorresse, os efeitos sobre a Terra seriam irrelevantes. 

Fonte: Visão


Opinião: 33 anos atrás do muro, e contando

O álbum “The Wall”, dos britânicos Pink Floyd, faz hoje 33 anos.


Aquele que é um dos discos mais marcantes da História do rock mistura-se com o próprio percurso do então vocalista Roger Waters – um álbum conceptual sobre uma personagem retorcida, Pink, onde se revê o próprio Waters e a sua relação com o resto da banda e, sobretudo com o antigo vocalista e fundador Syd Barrett. E embora tenha sido lançado em 1979, continua com uma actualidade que espanta.

Anos depois, em 1982, o álbum era transformado em filme, com Bob Geldof no papel do protagonista e com animações de Gerald Scarfe a transformarem em estímulos visuais os fantasmas de Pink. A morte do pai na guerra, a austeridade do sádico professor (que, em última análise, levou à escrita da música mais famosa da banda), a sobreprotecção da mãe que já tinha visto o marido desaparecer e, então, mantém Pink debaixo da sua asa, o medo de uma relação amorosa, o terror de se oferecer a um público que pede mais e mais à sua banda: Todos esses foram tijolos no muro que acabou por separar Pink – ou Waters? – do mundo exterior. Pink tornou-se um ditador e Waters, um perfeccionista que continua a oferecer-nos tours megalómanas, álbuns que roçam a perfeição e uma personalidade arrogante.

Uma das mensagens marcantes no álbum e, posteriormente, no filme (e mais posteriormente ainda, na tour actual de The Wall, com Waters a solo – tour que passou em Lisboa em Março do ano passado, e que me gabo de ter presenciado) é a do anti-capitalismo. É a mensagem de que a guerra, o materialismo e o egoísmo daqueles que regem o mundo acabam por não nos oferecer mais que tijolos para um muro, cada vez mais alto. E é um álbum para continuar a ser ouvido pelas gerações que não se conformam em ter tijolos à frente: a minha, que já o tinha ouvido pela mão dos pais, deverá ser a geração que dá a conhecer esta obra-prima aos filhos, para que não se deixem aprisionar pelos muros que a vida nos obriga a criar.

Sobre o álbum, per se, em termos auditivos, há uma coisa a ter em conta: Não se esgota nem deve ser conhecido pelo disco que deu a conhecer ao mundo “Another Brick in the Wall pt. 2” e a reconhecível linha de baixo. Este é um álbum para carregar no play (ou, melhor ainda!, baixar a agulha sobre o vinil), encostar para trás e apreciar, faixa após faixa, desde “In the Flesh?” até “Outside the Wall”.


Texto: Sara Pereira
Jornalista Freelancer


Microsoft já tem preço para o Surface com Windows 8 Pro


A Microsoft anunciou oficialmente o preço do seu tablet Surface com Windows 8 Pro, que deverá situar-se nos 899 dólares para a versão com 64GB de memória interna e 999 dólares para o Surface com 128GB de armazenamento disponível - ambos preços indicativos para o mercado norte-americano.


O Surface com Windows Pro chega ao mercado em janeiro próximo e os preços agora anunciados não incluem o teclado/capa destacável. Quem desejar ter este acessório, que além de proteger o ecrã permite transformar o Surface num portátil híbrido, deverá desembolsar mais 99 dólares.

Em termos técnicos os novos tablets incluirão processadores Intel core i5, 4GB de memória RAM, ecrã com 10,6 polegadas, portas USB 3.0 e leitor de microSDXC. A Microsoft confirmou também que o Surface Pro terá uma bateria com autonomia até às cinco horas - cerca de metade da autonomia conseguida pelo Surface RT, já em comercialização.

O preço avançado para o Surface Pro é cerca de 400 dólares superior ao cobrado pelos modelos RT, justificado pela maior capacidade do hardware e do software. Enquanto as versões RT se destinam assumidamente ao mercado dos dispositivos de preço médio, o Surface Pro promete ombrear em capacidade de funcionamento com muitos tablets e portáteis profissionais - mercado que a Microsoft espera conquistar com estas versões, apesar da maior concorrência.

Fonte: TeK