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quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Gabão cancela domínio do Megabox que seria lançado em 2013 por Kim Dotcom

O governo do Gabão suspendeu o domínio da nova página do criador do Megaupload, Kim Dotcom, após ele ter anunciado que tinha planos para lançar o Mega.Me em 2013. 


Blaise Louembe, ministro das Comunicações do país africano, explicou que a medida foi tomada para “proteger os direitos da propriedade intelectual”. Para ele, o país não pode ser uma plataforma para que se cometam actos que violem direitos de autor, nem ser utilizado por pessoas inescrupulosas.


Com receio de que o Me.ga fosse retirado do ar pelos Estados Unidos, Kim Dotcom hospedou seu novo site fora do país. O magnata disse que seu produto seria lançado em 20 de janeiro, um ano após sua prisão, e que os dados compartilhados seriam criptografados para que o conteúdo fosse confidencial. Por isso, Dotcom hospedou o domínio no Gabão.

Para ele, a decisão do governo do país africano foi tomada puramente por pressão dos Estados Unidos e do grupo de mídia Vivendi. O executivo ridicularizou o fato de a posição ter sido tomada por conta de razões políticas e fez um post em seu Twitter sobre o assunto. “Não se preocupem. Nós temos um domínio alternativo”, escreveu.

O site pode ser acedido a partir deste link aqui

Noutro tweet, Dotcom afirmou que "O ministro do Gabão usou a máquina do tempo para analisar a legalidade do futuro Mega. Veredito: crime cibernético! Merece US$ 5 de recompensa do FBI”.
Se por um lado o Me.ga está offline agora, Kim Dotcom ainda está dando informações sobre o seu novo serviço em um endereço alternativo, onde apela para que companhias de outros países possam ajudá-lo a hospedar a página.

Preso no início do ano sob acusação de causar prejuízo de US$ 500 milhões à indústria cinematográfica, Kim Dotcom vive na Nova Zelândia e briga na Justiça para não ser extraditado para os Estados Unidos, e poder cumprir pena até 20 anos de prisão.

Fonte: Techtudo (editado)


Número de mortos no sismo da Guatemala sobe para 39

Pelo menos 39 pessoas morreram  hoje na Guatemala e 155 ficaram feridas, em consequência do sismo de magnitude  7,4, informou o Presidente guatemalteco, Otto Perez, num balanço atualizado  do número de vítimas. 



Inicialmente, chegaram a ser apontados dez mortos.  O tremor de terra, com epicentro a 163 quilómetros a oeste-sudoeste  da capital, cidade da Guatemala, destruiu 131 casas, adiantou, citado pela  agência noticiosa AFP, o chefe de Estado da Guatemala, que visitou as zonas  mais atingidas pelo que classificou como "tragédia". 

As autoridades abriram 11 abrigos para 800 pessoas. 



quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Google Maps para iOS pode ter dificuldade em ser aprovado pela Apple

Os rumores são levantados por um jornalista do The Guardian, que cita uma conversa com fontes da Google. Será que a Apple levará a rivalidade tão a sério?


Apesar de o Google nunca ter anunciado que estava a preparar uma aplicação para o iOS do seu Google Maps, todos os utilizadores de dispositivos da Apple esperam que assim o façam, bem como todos os rumores apontam para isso. Segundo as últimas notícias sobre o assunto, o Google Maps deverá estar pronto ainda este ano e será enviado para a Apple a tempo de ser aprovado este ano. Mas aqui é que está a grande dúvida.

Segundo o The Guardian, há imensa preocupação entre os funcionários da Google responsáveis pelo desenvolvimento da aplicação Google Maps para o sistema operativo da Apple, iOS. Segundo vários funcionários, há pouca probabilidade de a Apple aprovar o Google Maps para iOS.

Mesmo um serviço que a Apple criou para ajudar os utilizadores a escolherem um serviço de Mapas que não o Apple Maps, anunciado num comunicado onde Tim Cook pediu desculpa pelo fracasso do Apple Maps, não é encontrado qualquer aplicação de mapas que utilize o API do Google Maps, como o Quick Route ou o Maps+, os serviços de Mapas que o Google aconselha os utilizadores do iOS para substituir o seu Google Maps.

Segundo um funcionário citado, este é uma demonstração da política da Apple, que não terá qualquer intenção de “ajudar” o Google. Segundo outro funcionário, a política de proteccionismo da Apple, não facilitando os serviços Google a favor dos serviço Apple, é mais um fator para que o Google Maps tenha dificuldade em ser aprovado.

No entanto, um funcionário indica que o afastamento de Scott Forstall, na recente reestruturação da Apple, poderá facilitar a aceitação do Google Maps, já que, segundo rumores, o afastamento de Forstall deveu-se a não ter assinado o pedido de desculpas sobre o fracasso do Apple Maps.

No entanto, outras fontes da Google indicam que a Google e a Apple estão em comunicação constante, e que a alteração de políticas são sucessivas, por isso, apesar de ser certo que o Google Maps nunca mais será padrão no iOS, acredita-se que as comunicações entre ambas as empresas facilite a aprovação do Google Maps.

Esperamos que a Apple aprove o Google Maps, pois o Apple Maps está muito fraco mesmo.

Fonte: Tecnologia