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sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Apple aumenta preço das aplicações

A Apple aumentou os patamares de preços das aplicações na Europa. As aplicações pagas mais baratas passaram de 79 para 89 cêntimos.



Quem vende aplicações na loja da Apple não pode determinar livremente o preço – tem de escolher um dos 87 patamares de preço pré-definidos pela empresa. Para além da subida de dez cêntimos no primeiro patamar, as aplicações que custavam 1,59 euros passaram a custar 1,79 euros e as que custavam 2,39 euros subiram para os 2,69.

As subidas continuam pelos patamares mais caros (e menos usados) até ao último, que passa a ser de 899,99 euros, mais 100 euros do que até aqui.

A mudança de preços foi feita automaticamente, sem aprovação prévia dos criadores de aplicações, que, porém, têm de concordar com as alterações se quiserem lançar novas aplicações ou actualizar as existentes.

A Apple justificou a medida com as alterações na taxa de câmbio e notou que apenas mudou os preços na Europa. O euro tem vindo a perder valor face ao dólar.

O aumento de preços significa também que os criadores das aplicações receberão mais dinheiro por cada venda: 54 cêntimos, 1,09 euros e 1,64 euros nos três primeiros patamares de preços.

Na Europa, as vendas de aplicações da Apple são feitas através de uma subsidiária no Luxemburgo.

Fonte: Público


Explosão no LNEC deita abaixo domínio .pt e rede académica


Uma pequena explosão na sala de computadores e sistemas eléctricos, localizada no LNEC, causou perturbações na rede académica, impedindo o aceso a sites das universidades e também aos endereços de gestão de domínios .pt.


A explosão terá ocorrido pelas 11.50, tendo sido resolvida pelos Sapadores Bombeiros de Lisboa poucos minutos depois. A explosão não causou incêndio, feridos ou danos. 

O incidente afetou a rede gerida pela Fundação para a Computação Científica Nacional (FCCN), cujos próprios telefones deixaram de funcionar, assim como a rede interna do LNEC. Os websites geridos pela fundação também ficaram offline, mas entretanto já estão outra vez online. Os sites das universidades também já voltaram a ficar acessíveis. 

O TeK procurou mais esclarecimentos junto da FCCN e do próprio LNEC mas não foi possível obter resposta até à hora de publicação desta notícia. 

Recorde-se que a rede académica (RCTS) é gerida pela FCCN, ligando as universidades de todo o país e laboratórios de investigação. 

A Fundação gere também o sistema de gestão de domínios .pt, o DNS.pt, mas não foram sentidos impactos na infraestrutura de Internet portuguesa, até devido à forma como a arquitetura da rede está construída. 

O acesso à Internet de universidades, politécnicos, laboratórios e outras instituições do Estado começou a ser reposto às 14h30, cerca de três horas após um pequeno incêndio que danificou a rede que o fornece, segundo fonte oficial.

Fontes: TeK
Expresso




Recém anunciado iPad mini já tem um clone, o «xing-ling»


O novo tablet compacto da Apple, o iPad mini, só foi oficialmente anunciado na terça-feira, mas já tem o seu primeiro clone chinês. Trata-se do GooPad mini, que copiou o design original e custa por apenas 99 dólares.


Produzido pela mesma empresa que criou o GooPhone i5, o aparelho conta com um ecrã do mesmo tamanho do original, com 7,9 polegadas e resolução de 1024 x 768. Tem uma câmara frontal e uma traseira, ambas com capacidade inferior, processador dual-core de 1,4 GHz, 1 GB de memória RAM e 8 GB de armazenamento.

A versão chinesa ainda conta com Wi- Fi e sistema operativo Android 4.1, o Jelly Bean. Entretanto, tem o iLaunch instalado, que simula a interface do iOS.

Para conseguir fazer o lançamento tão próximo do original, a empresa chinesa aproveitou-se dos vários rumores divulgados antes do lançamento e que acabaram por confirmar-se no evento de terça-feira.